domingo, 18 de setembro de 2011

Os Problemas dos Impostos

"Oportunidades são como ondas de rádio. Se vc não sintonizar, nada vai acontecer"
@empreendemia


Baseado em fatos reais no dia à dia de nossa consultoria


Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis?

Muitas vezes alguns negócios não são tão rentáveis porque o empreendedor tem a sensação de que não pagar impostos é uma forma barata de obter recursos, mas na realidade, toda dívida tributária incide multas e juros.

A dívida tributária parece inofensiva, mas a médio prazo pode ser tornar uma grande dor de cabeça ao empreendedor  Vejam algumas dificuldades que o empreendedor inadimplente com o Governo encontra:

- Se estiver enquadrado no SUPERSIMPLES, haverá o seu desenquadramento, o que fará a dívida crescer ainda muito mais;

- Dificuldades em obter créditos junto à rede bancária, inclusive a rede privada;

- Dificuldades em fornecer para alguns potenciais clientes, principalmente os maiores, pois estes são muito visados pela fiscalização e se protegem por eventuais multas por conivências;

- Impossibilidade de participar de licitações públicas;

- Não usufruir de recursos de programas como PROGER, FINAME ou BNDES, que além dos juros subsidiados pelo Governo, dependendo da utilização chegam ter até doze meses de carência e com até setenta e dois meses para pagar. Os bancos privados estão muito distantes destas facilidades;

- Comprometer os nomes dos sócios com linhas de créditos pessoais ou penhora de bens;

- Gastar dinheiro com Advogados, Contadores, Consultores, etc... para negociações das dívidas e também argumentações jurídicas;

- Se expor junto à sociedade em caso de prisão, principalmente aquelas “cinematográficas”;

- Sempre receber visitas de fiscais e, neste caso, se tentar alguma solução não ortodoxa, há risco de prisão ou ficar com o  “rabo-preso” com fiscais corruptos;

- Riscos de ser denunciado por alguém que deseja atrapalhar o seu negócio. Neste caso o alguém pode ser ex-funcionários, credores ou concorrentes;

- “Ficar na mão” de funcionários incompetentes, aproveitadores e que geralmente não agregam valores para o negócio.

Enfim, independente da forma como o Governo usa os recursos, os impostos devem ser pagos. Se o negócio não gera recursos suficientes para o cumprimento destas obrigações, está na hora de parar e refletir, pois pode ser que o mesmo não seja viável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS, CONSULTE UM ESPECIALISTA EM CUSTOS

Edson Carlos de Oliveira
Consultor de Custos e Estratégias
www.consultoriaplanecon.com.br
edson.oliveira@consultoriaplanecon.com.br

sábado, 10 de setembro de 2011

Um Negocio Rentável

Existe vida após a amputação - Flávio Peralta

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o preço de venda não está adequado com a estrutura de custos.

A dificuldade está sob diversos aspectos, sejam eles culturais, estruturais ou mercadológicos. Vivemos em um mundo globalizado e muito competitivo, sempre há aquele que aparece com um preço atrativo ao mercado. Afinal, como se consegue praticar tal preço?

Consegue-se por várias razões, mas uma delas, certamente, está no equilíbrio que se encontrou entre um preço competitivo e adequado à estrutura produtiva. Todo negócio deveria ser iniciado a partir do preço de venda do mercado e as expectativas de vendas, para somente depois, caminhar para a estrutura instalada adequada.

Mas como obter este equilíbrio então? É importante conhecer a estrutura de custos da empresa, saber quanto foi investido no negócio (equipamentos, instalações, móveis, prédio, aquisição de franquia, licenças de funcionamento entre outros).

Identifique a capacidade produtiva do seu negócio. Caso a capacidade produtiva esteja além da capacidade de venda, não há mágica, ou as vendas aumentam, o que economicamente é mais saudável, ou a capacidade produtiva se adequa a um patamar menor, o que implica em se desfazer de parte da estrutura instalada.

Então já se sabe o quanto a empresa vende, produz, gasta e o investimento aplicado. Tomamos como referência um período anual, onde é possível eliminar fatores sazonais, tais como dia das Mães, Carnaval, Natal, etc..., onde as vendas de seu negócio podem aumentar ou diminuir.

Das vendas líquidas (sem os impostos), extraem-se todos os custos, a depreciação (o investimento dividido pela quantidade de anos que determinado equipamento tem de vida útil), apura-se o resultado. Havendo prejuízo, obviamente, a estrutura produtiva não é adequada ao seu preço de venda, mas havendo lucro, faremos então uma nova análise.

O lucro apurado é dividido pelo investimento total (reduzindo a parte financiada e ainda não paga). Desta forma se acha uma taxa que indica o quanto o seu negócio lhe proporciona de retorno. Esta taxa pode ser comparada com as taxas de investimentos do mercado financeiro. Se a taxa de retorno do seu negócio for menor que as taxas do mercado financeiro, o seu negócio não está viável, portanto é necessário revê-lo através de algumas variáveis tais como: preço de venda (fique atento à competitividade), estrutura instalada e volume de vendas. Se a taxa de retorno do seu negócio for superior que as do mercado financeiro, parabéns, você tem um negócio rentável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.


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Edson Carlos de Oliveira
Consultor de Custos e Estratégias
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domingo, 4 de setembro de 2011

Vamos Administrar Nossos Mercados

"Um bilhão de euros por algo que eu goste é baratíssimo e um centavo de real por algo que eu não goste é muito caro."
Sigmar Montemor


(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)
 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis?

Em toda a minha carreira, sempre me deparei com Diretores e Presidentes de empresas dizendo que o mercado é muito instável. Há meses em que se faturam o desejável e outros abaixo do desejável.

Também sempre os ouvi dizendo que sua estrutura está ociosa e que “neste mês” poderá demitir alguns funcionários porque o mercado não está seguro.

Podemos fazer alguma coisa para não levarmos tantos sustos como os citados acima? Digo que sim, pois muitas vezes o dimensionamento da infra-estrutura de nossas empresas está além da capacidade de mercado ou os esforços para conquistar o mercado estão aquém da infra-estrutura.

Certa vez, em um evento, tive a oportunidade de conversar com o Presidente de uma grande empresa multinacional do ramo automobilístico e o fiz a seguinte pergunta: Como o senhor faz para conviver com as diversas oscilações que este mercado promove?

O mesmo me respondeu que tais oscilações não afetam a sua empresa, pois ao longo dos anos, ele deu continuidade ao que seus antecessores já haviam iniciado. Esta empresa, que fabrica diversos produtos automotivos, dividiu seu mercado em três, sendo:

- mercado nacional automobilístico;

- mercado nacional de reposição automobilístico e

- mercado internacional automobilístico.

Sendo assim, a empresa estava estruturada para atender dois destes três grandes mercados.

Historicamente, sempre algum deles estava com problemas, mas os outros dois ocupavam o seu parque fabril tornando sua fábrica menos ociosa possível. Quando ocorresse dos três mercados estarem indo bem, o que é raro, a empresa tinha um plano de contingência para atender a demanda extra, através da criação de um terceiro turno temporário ou através de horas extras.

Veja que neste momento de crise interna, provavelmente as suas exportações estão indo bem por conta do dólar alto e a venda de peças de reposição estão em alta pela dificuldade em se adquirir automóveis novos, mas como a sua fábrica está estruturada para atender apenas dois mercados, o fato das vendas de automóveis novos estarem baixas, provavelmente não deve estar sentindo a turbulência.

Se quisermos ser grandes, devemos aprender com quem já é grande. Está na hora de trabalharmos nossos "três grandes mercados". Vamos arregaçar as mangas e pararmos de reclamar, pois quem reclama não tem tempo de crescer. Lembre-se, negócios foram feitos para ser rentáveis.



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Edson Carlos de Oliveira
Consultor de Custos e Estratégias
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edson.oliveira@consultoriaplanecon.com.br

sábado, 27 de agosto de 2011

Sua Empresa Gasta mais do que Recebe?


"Existe o risco que você não pode jamais correr, e existe o risco que você não pode deixar de correr"
Peter Drucker
 
(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)


Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o empreendedor não está atento à formação do preço de venda.

A formação do preço de venda deve conter, além do tecnicismo, ousadia e ATENÇÃO AO MERCADO. De nada adianta ter o melhor método de apuração de custos se a torneira dos gastos fica aberta. Para um negócio ser rentável, a velha fórmula de se gastar menos do que se recebe é a base de tudo.

Se o seu modelo de custeio sugere um preço alto, fora da realidade do mercado, vale a pena concentrar esforços na revisão do seu negócio, pois o preço alto apenas está refletindo o desequilíbrio entre a estrutura produtiva, nível de produção e o lucro.

As afirmações abaixo, embora sejam de conhecimento de todos, não devem ser analisadas isoladamente e sempre nos ajudam a refletir.

- para se obter receitas tem que vender, se não tiver preço competitivo, não vende.

- para se obter resultado, tem que gastar menos do que se recebe.

- Para formar o preço justo, todas as despesas devem ser repassadas ao preço.

- Se todas as despesas forem repassadas ao preço, o mesmo fica competitivo?

É comum ouvir dizer que não dá mais para cortar gastos, ou já se cortou tudo o que tinha que cortar, etc....então como é que o concorrente consegue vender mais barato? (e sobreviver...)

Cortar gastos significa gastar melhor, comprar melhor, comprar com planejamento, comprar com poder de negociação, comprar o necessário, simplificar, desburocratizar, organizar, planejar, controlar e direcionar melhor as atividades, investir em melhorias contínuas e em sistemas de informações confiáveis, reduzir estoques, ter uma estrutura equilibrada ao volume de vendas, fazer certo da primeira vez. Alguma vez já se mediu o custo do retrabalho? Quanto custa a estrutura disponível para cuidar daquilo que não foi bem feito?

Cortar gastos significa olhar mais para frente do que para trás, arregaçar as mangas e não deixar o tempo passar.

Cortar gastos significa cobrar resultados de toda a sua equipe, inclusive você, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

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Edson Carlos de Oliveira
Consultor de Custos e Estratégias
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domingo, 21 de agosto de 2011

Quanto Custa o seu Estoque?

"As pessoas de sucesso simplesmente deram um passo a mais das que desistiram"
recebido pela internet
 
(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis?

Vamos refletir sobre os estoques. O que é estoque? São recursos financeiros extraídos do caixa da empresa com o objetivo de manter uma determinada quantidade de materiais disponíveis para a utilização, sem prejuízo da produção e do prazo de entrega. Quanto maior o estoque, menor serão as dificuldades de cumprir prazos de entregas, mas isto tem um custo. Como se apura o custo dos estoques?

O estoque custa à medida que é necessário tirar dinheiro do caixa para investir nele. Muitas empresas atrasam os pagamentos de seus fornecedores por não terem dinheiro disponível, mas estão com estoques altos. Não ter dinheiro disponível e ter estoque alto significa recorrer ao mercado financeiro, com juros altíssimos, para cumprir obrigações de contas a pagar. Também ter estoques altos e ter dinheiro em caixa significa a má aplicação dos recursos financeiros e perda de oportunidades de ganho no mercado financeiro.

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando o mesmo não é compatível com a necessidade do mercado. Neste caso a empresa é obrigada a comprar materiais que não possui para atender a demanda. Permanecerá com os estoques parados e talvez recorrendo ao mercado financeiro.

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando se trata de produtos perecíveis. Neste caso o dinheiro investido nos estoques pode envelhecer e ser sucateado junto com o estoque.

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando se é necessário manter um galpão maior para armazená-lo e mais funcionários para cuidá-lo.

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando o mesmo está desorganizado e a busca de um determinado material demanda um longo tempo, sendo que muitas vezes o mesmo não é encontrado e a solução é comprar aquilo que não se encontrou, mesmo que se o tenha.

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando o mesmo se torna um alvo fácil de desvios por parte de qualquer funcionário que tenha acesso ao mesmo.

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando se acredita que vendê-lo a um preço baixo é um mau negócio e se paga muito mais com juros de recursos do mercado financeiro.

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando...!!! Enfim, há uma série de situações onde o mesmo se torna inviável. O grande desafio para os empreendedores é encontrar o estoque viável. Aquele estoque que seja compatível com a demanda, com a sua manutenção, com o seu negócio, com os prazos de entregas dos fornecedores e clientes e, principalmente, não exija que a sua empresa recorra ao mercado financeiro para pagar as contas do dia a dia, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.


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Edson Carlos de Oliveira
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domingo, 14 de agosto de 2011

Perda na produção é CUSTO!

"Estar decidido, acima de qualquer coisa, é o segredo do êxito"
Henry Ford


Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o empreendedor tem a percepção de que o seu preço de venda está fora da realidade do mercado e arbitrariamente decide reduzi-lo sem avaliar os reais impactos desta decisão.

Vamos analisar um cenário imaginário, porém bastante comum em meus clientes:

- Uma fábrica de gemada utiliza a gema do ovo para fazer o seu produto principal: A GEMADA;

- Um ovo custa R$1,00;

- Adicionado mais alguns ingredientes que custam R$0,20, o custo total dos materiais da gemada será de R$1,20;

- Para simplificar a análise, não consideraremos os custos fixos, mas vamos imaginar que o custo da Gemada do concorrente seja R$0,90;

- R$1,20 é o custo da empresa em análise, R$0,90 é o custo da concorrência, algo de errado está acontecendo no custo da empresa em análise (???);

- Eis que surge o empreendedor, acompanhado de seus assessores, e percebe que o custo da clara de ovo está sendo embutido no custo da Gemada e, por isso, o preço não está competitivo. A decisão tomada: passar a cobrar o custo do ovo somente com a gema.

- Desta forma, de maneira arbitrária ou até mesmo técnica, conclui-se que o custo do ovo é montado de metade por gema e a outra metade por clara. Agora o custo da gema passa a ser R$0,50, que somado ao custo dos demais ingredientes formam R$0,70 para o custo da Gemada. Perfeito, a empresa em análise passou a ter um custo de Gemada competitivo ao mercado (R$0,90);

CUIDADO, se a clara do ovo é descartada, não tem aproveitamento ou então é estocada com a perspectiva de no futuro encontrar o que fazer, não faz sentido embutir no custo da gemada o custo do ovo PROPORCIONAL, pois a empresa de GEMADA gastou R$1,00 para comprar o ovo e precisa buscar este valor de volta. Somente se a clara tiver alguma utilidade ou perspectiva de um consumo próximo, fará sentido cobrar o custo do ovo proporcional.

Enfim, se o negócio não gera recursos suficientes para pagar o ovo inteiro, está na hora de parar e refletir, pois pode ser que o mesmo não seja viável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.


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domingo, 7 de agosto de 2011

Uma Simples Pesquisa de Mercado

"Ter orgulho do seu passado não significa ficar preso a ele"
recebido pela internet
 
(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o empreendedor, quando se envolve em um empreendimento, deixa a emoção tomar conta da razão e, em muitos casos, toma a decisão sem antes avaliar o potencial de mercado onde empreenderá.

Quando falamos em pesquisa de mercado, é provável que lembremos de uma equipe de estagiários espalhados pelas ruas obtendo dos transeuntes diversas informações que serão tabuladas, analisadas e apresentadas ao potencial empreendedor sobre o que o mercado acha do novo negócio.

Dependendo do resultado da pesquisa, o empreendedor decidirá o rumo e as ações que serão tomadas no novo negócio. Parece muito complicado e caro? Parece também longe da realidade da maioria dos empreendedores do Brasil? O que fazer? Arriscar todas as fichas nesse novo empreendimento e seja o que for? Esta é a decisão da maioria dos pequenos e médios empresários brasileiros.

Há várias formas de se fazer pesquisa de mercado, muitas delas são simples e baratas. Veja uma situação que presenciei ao longo de minha carreira:

Conversando com um dono de um bar no interior de São Paulo, aprendi uma lição fantástica de pesquisa de mercado. O mesmo me dizia que quando resolveu comprar um bar, procurou pela cidade alguém que estivesse interessado em vender um. Ao encontrar, surgiu a dúvida, será que o ponto é bom? Por que será que está a venda? O giro mensal informado está correto? Após estes questionamentos, resolveu fazer a sua pesquisa de mercado. Esperou até que um caminhão de cervejas chegasse para fazer a habitual entrega e perguntou ao motorista:

- Você entrega muitas cervejas neste bar?

- Sim, mas por que este interesse? Respondeu o motorista.

- É que estou interessado em comprar este bar – questionou o potencial empreendedor.

- Se está interessado em comprar, sugiro comprar um outro. Este outro compra quase o dobro de cervejas do que este e está à venda porque o proprietário precisa se mudar da cidade.

E assim o dono do bar, do interior de São Paulo, me contou como decidiu comprar o seu bar.

Vejam que exemplo simples, rápido, barato e objetivo de se fazer pesquisa de mercado. Será que o empreendedor que está interessado em lançar um novo produto ou um novo empreendimento não poderia tirar proveito deste exemplo, para mim fantástico, de como fazer uma pesquisa de mercado e deixar a razão tomar conta da emoção por alguns instantes? Afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.


NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS, CONSULTE UM ESPECIALISTA EM CUSTOS

Edson Carlos de Oliveira

Consultor de Custos e Estratégias

edson.oliveira@consultoriaplanecon.com.br